Transpire. É Natural.
O corpo, o suor e o que os desodorantes convencionais não contam. Para quem está questionando o que usa na axila.
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Mau cheiro não é falta de higiene. É bactéria.
É uma das ideias mais arraigadas na publicidade de desodorante — e uma das mais equivocadas: a de que odor axilar é sinal de sujeira. Que quem usa bom desodorante não tem cheiro. Que cheiro é vergonha. Não é. É biologia. É microbioma. É uma função fisiológica completamente normal que a indústria transformou em ansiedade para vender produto. E entender isso — de verdade — é o que muda a forma como você se relaciona com o próprio corpo. Dois tipos de glândulas, dois tipos de suor O corpo humano tem dois tipos principais de glândulas sudoríparas, com funções completamente diferentes. As glândulas écrinas estão distribuídas por quase toda a…
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“Natural” no rótulo não é garantia — um guia prático para ler o que está escrito de verdade
Natural, orgânico, verde, limpo, eco, consciente. Em algum momento esses termos começaram a aparecer em absolutamente tudo — e perderam boa parte do significado real que tinham. Não porque a intenção por trás deles seja sempre desonesta. Mas porque, sem definição legal clara, qualquer produto pode usá-los livremente. A boa notícia é que você não precisa confiar só no rótulo. Existem ferramentas concretas para verificar o que está dentro de qualquer cosmético. E o mais importante delas está ali mesmo, impresso na embalagem — só precisa saber o que procurar. O problema: sem definição, sem critério No Brasil, a ANVISA regula a segurança e eficácia de cosméticos (RDC n° 7/20151),…